É uma ótima qualidade para qualquer médium, ter os pés no chão !
Não ter inveja, raiva , ódio só por que alguém se sobressai .
Em um terrero isso geralmente acontece, exemplo :
O médium A trabalha a muitos anos naquela casa e no seu ponto de vista nunca foi notado pelo Pai da Casa. Um dia entra um novo médium na casa o médium B, e as entidades dele se manifestam de um jeito muito bonito e inexplicavél, e o Médium A começa a se retorcer de raiva, ciumes, inveja por que ele trabalha a anos como cambone e nunca sentiu a vibração de um guia de quer. O tempo passa e as giras não correm mais como antes, sempre a um egum atrapalhando. E o Médium B recebe um Caboclo que se dirigi até o médium A . O caboclo com seu jeito de falar pergunta por que aquele filho tem tanta raiva dentro do coração, e ele responde "Olha Caboclo eu não tenho raiva" e o caboclo continua "filho, todos temos nossa hora e não podemos sentir inveja, ciumes dos outros. Já passou pela sua cabeça que todos esses sentimentos só te levam para trás? Nunca passou pelos seus pensamentos o por que dá distancia dos seus Guias? Bom, se nunca passou eu falo pra você. Seus Guias querem estar juntos de você mais você entrou numa cúpula que é feita da inveja, ciumes ... E isso não é bom filho ! " O Médium A começa a chorar e percebe o erro , algumas giras depois o médium A com a consciencia mais limpa começa a sentir a vibração de seus Guias. Depois disso as giras voltaram a correr bem e ele conseguiu o que queria ser reconhecido , mais não por receber seus guias mais por aber se afastar dos sentimentos ruins !
sábado, 13 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Nunca Cresça
Achei esse texto na Internet e é bastante interresante para nós Umbandistas. Leia com bastante atenção !
Nunca perca a inocência; nunca cresça. Sempre tenha a essência de uma criança, mesmo sendo adulto; aquele coração doce e puro, que tem uma fé inabalável, que salta muralhas, destrói fortalezas, vence exércitos, que sabe o caminho dos rios de águas tranquilas, que sabe quebrar a soberba do homem com seu puro amor. Que sabe perdoar sem guardar mágoa. Que acredita nos outros independente de sua situação.
O que quer que aconteça nunca cresça, e não se esqueça de guardar o amor no seu peito, a lembrança do tempo, a humildade na mão e os amigos no seu coração! ;)
"A Alegia já tem Inspiração na inocência de Cosme e Daminhão"
Fiquem na Paaz !!
Nunca perca a inocência; nunca cresça. Sempre tenha a essência de uma criança, mesmo sendo adulto; aquele coração doce e puro, que tem uma fé inabalável, que salta muralhas, destrói fortalezas, vence exércitos, que sabe o caminho dos rios de águas tranquilas, que sabe quebrar a soberba do homem com seu puro amor. Que sabe perdoar sem guardar mágoa. Que acredita nos outros independente de sua situação.
O que quer que aconteça nunca cresça, e não se esqueça de guardar o amor no seu peito, a lembrança do tempo, a humildade na mão e os amigos no seu coração! ;)
"A Alegia já tem Inspiração na inocência de Cosme e Daminhão"
Fiquem na Paaz !!
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Okê Cabocla !
É a entidade mais reverenciada em todos os terreiros, depois de Oxalá, sua história começa aos sete meses de nascida quando foi abandonada por sua mãe e assim acabou por ser criada pelo caboclo Tupinambá, Jurema foi cacique de sua tribo e ao desencarnar, veio a terra na foram da grande Cabocla Jurema.
Jurema entidade de força, de poucos risos, mas de um carinho fora do normal.A ela credita-se, várias falanges de caboclos, onde ela é a comandante, são chamados eles de falangeiros da Jurema.
E tem sua filha Jureminha que responde também na linha de Jurema.
Salve a Cabocla Juremá.
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Em tempos distantes, Odùdùwa, Rei de Ifé, diante do seu Palácio Real, chefiava o seu povo na festa da colheita dos inhames. Naquele ano a colheita havia sido farta, e todos em homenagem, deram uma grande festa comemorando o acontecido, comendo inhame e bebendo vinho de palma em grande fartura. De repente, um grande pássaro, pousou sobre o Palácio, lançando os seus gritos malignos, e lançando farpas de fogo, com intenção de destruir tudo que por ali existia, pelo fato de não terem oferecido uma parte da colheita as feiticeiras Ìyamì Òsóróngà. Todos se encheram de pavor, prevendo desgraças e catástrofes. O Rei então mandou buscar Osotadotá, o caçador das 50 flechas, em Ilarê, que, arrogante e cheio de si, errou todas as suas investidas, desperdiçando suas 50 flechas. Chamou desta vez, das terras de Moré, Osotogi, com suas 40 flechas. Embriagado, o guerreiro também desperdiçou todas suas investidas contra o grande pássaro. Ainda foi, convidado para grande façanha de matar o pássaro, das distantes terras de Idô, Osotogum, o guardião das 20 flechas. Fanfarrão, apesar da sua grande fama e destreza, atirou em vão 20 flechas, contra o pássaro encantado e nada aconteceu. Por fim, todos já sem esperança, resolveram convocar da cidade de Ireman, Òsotokànsosó, caçador de apenas uma flecha. Sua mãe, sabia que as èlèye viviam em cólera, e nada poderia ser feito para apaziguar sua fúria a não ser uma oferenda, uma vez que três dos melhores caçadores
falharam em suas tentativas. Ela foi consultar Ifá para Òsotokànsosó. Os Babalaôs disseram para ela preparar oferendas com ekùjébú (grão muito duro), também um frango òpìpì (frango com as plumas crespas), èkó (massa de milho envolta em folhas de bananeira), seis kauris (búzios). A mãe de Òsotokànsosó fez então assim, pediram ainda que, oferecesse colocando sobre o peito de um pássaro sacrificado em intenção e que oferecesse em uma estrada, e durante a oferenda recitasse o seguinte: "Que o peito da ave receba esta oferenda". Neste exato momento, o seu filho disparava sua única flecha em direção ao pássaro, esse abriu sua guarda recebendo a oferenda ofertada pela mãe do caçador, recebendo também a flecha certeira e mortal de Òsotokànsosó. Todos após tal ato, começaram a dançar e gritar de alegria: "Oxossi! Oxossi!" (caçador do povo). A partir desse dia todos conheceram o maior guerreiro de todas as terras, foi referenciado com honras e carrega seu título até hoje. Oxossi.
falharam em suas tentativas. Ela foi consultar Ifá para Òsotokànsosó. Os Babalaôs disseram para ela preparar oferendas com ekùjébú (grão muito duro), também um frango òpìpì (frango com as plumas crespas), èkó (massa de milho envolta em folhas de bananeira), seis kauris (búzios). A mãe de Òsotokànsosó fez então assim, pediram ainda que, oferecesse colocando sobre o peito de um pássaro sacrificado em intenção e que oferecesse em uma estrada, e durante a oferenda recitasse o seguinte: "Que o peito da ave receba esta oferenda". Neste exato momento, o seu filho disparava sua única flecha em direção ao pássaro, esse abriu sua guarda recebendo a oferenda ofertada pela mãe do caçador, recebendo também a flecha certeira e mortal de Òsotokànsosó. Todos após tal ato, começaram a dançar e gritar de alegria: "Oxossi! Oxossi!" (caçador do povo). A partir desse dia todos conheceram o maior guerreiro de todas as terras, foi referenciado com honras e carrega seu título até hoje. Oxossi.
Okê Arô !
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domingo, 27 de dezembro de 2009
Lenda da Criação - Oxalá
Oxalá, "O Grande Orixá" ou "O Rei do Pano Branco". Foi o primeiro a ser criado por Olorum, o deus supremo. Tinha um caráter bastante obstinado e independente.
Oxalá foi encarregado por Olorum de criar o mundo com o poder de sugerir (àbà) e o de realizar (àse). Para cumprir sua missão, antes da partida, Olorum entregou-lhe o "saco da criação". O poder que lhe fora confiado não o dispensava, entretanto de submeter-se a certas regras e de respeitar diversas obrigações como os outros orixás. Uma história de Ifá nos conta como. Em razão de seu caráter altivo, ele se recusou fazer alguns sacrifícios e oferendas a Exú, antes de iniciar sua viagem para criar o mundo.
Oxalá pôs-se a caminho apoiado num grande cajado de estanho, seu òpá osorò ou paxorô, cajado para fazer cerimônias. No momento de ultrapassar a porta do Além, encontrou Exé, que, entre as suas múltiplas obrigações, tinha a de fiscalizar as comunicações entre os dois mundos. Exé descontente com a recusa do Grande Orixá em fazer as oferendas prescritas, vingou-se o fazendo sentir uma sede intensa. Oxalá, para matar sua sede, não teve outro recurso senão o de furar com seu paxorô, a casca do tronco de um dendezeiro. Um líquido refrescante dele escorreu: era o vinho de palma. Ele bebeu-o ávida e abundantemente. Ficou bêbado, e não sabia mais onde estava e caiu adormecido. Veio então Odudua, criado por Olorum depois de Oxalá e o maior rival deste. Vendo o Grande Orixá adormecido, roubou-lhe o "saco da criação", dirigiu-se à presença de Olorum para mostrar-lhe o seu achado e lhe contar em que estado se encontrava Oxalá. Olorum exclamou: "Se ele está neste estado, vá você, Odudua! Vá criar o mundo!" Odudua saiu assim do Além e encontrou diante de uma extensão ilimitada de água.
Deixou cair a substância marrom contida no "saco da criação". Era terra. Formou-se, então, um montículo que ultrapassou a superfície das águas. Aí, ele colocou uma galinha cujos pés tinham cinco garras. Esta começou a arranhar e a espalhar a terra sobre a superfície das águas.
Onde ciscava, cobria as águas, e a terra ia se alargando cada vez mais, o que em iorubá se diz ilè nfè, expressão que deu origem ao nome da cidade de Ilê Ifé. Odudua aí se estabeleceu, seguido pelos outros orixás, e tornou-se assim o rei da terra.
Quando Oxalá acordou não mais encontrou ao seu lado o "saco da criação". Despeitado, voltou a Olorum. Este, como castigo pela sua embriaguez, proibiu ao Grande Orixá, assim como aos outros de sua família, os orixás funfun, ou "orixás brancos", beber vinho de palma e mesmo usar azeite-de-dendê. Confiou-lhe, entretanto, como consolo, a tarefa de modelar no barro o corpo dos seres humanos, aos quais ele, Olorum, insuflaria a vida.
Por essa razão, Oxalá também é chamado de Alamorere, o "proprietário da boa argila".
Pôs-se a modelar o corpo dos homens, mas não levava muito a sério a proibição de beber vinho de palma e, nos dias em que se excedia, os homens saiam de suas mãos contrafeitas, deformdas, capengas, corcundas. Alguns, retirados do forno antes da hora, saíam mal cozidos e suas cores tornavam-se tristemente pálidas: eram os albinos. Todas as pessoas que entram nessas tristes categorias são-lhe consagradas e tornam-se adoradoras de Oxalá.
(retirado do livro Curso de Umbanda)
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Lebda de Yemanjá
Exu, seu filho, se encantou por sua beleza e tomou-a a força, tentando violentá-la. Uma grande luta se deu, e bravamente Yemanjá resistiu à violência do filho que, na luta, dilacerou os seios da mãe. Enlouquecido e arrependido pelo que fez, Exu “saiu no mundo” desaparecendo no horizonte. Caída ao chão, Yemanjá entre a dor, a vergonha, a tristeza e a pena que teve pela atitude do filho, pediu socorro ao pai Olokum e ao criador Olorum. E, dos seus seios dilacerados, a água, salgada como a lágrima, foi saindo dando origem aos mares. Exu, pela atitude má, foi banido para sempre da mesa dos orixás, tendo como incumbência eterna ser o guardião, não podendo juntar-se aos outros na corte.
Por isso Yemanjá é representada na imagem com grandes seios, simbolizando a maternidade e a fecundidade.
(retirado do livro Curso de Umbanda)
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Desculpas !
Olá pessoal !
Queria me desculpar pelo "abandono" do blog, bom estavá num momento dificil emocionalmete... Mais graças aos meus Pais e Mães orixás eu já estou ótima !
Estou cheia de idéias novas e informações também !
Vou começar a postar Videos aqui viu?
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